Agronegócio

Agronegócios 01/07/2015 08:38 DC

Pecuária domina o território, diz IBGE

A pecuária domina mais de 40% do território mato-grossense. Esta é uma das principais representações que constam no “Mapa da cobertura e uso da terra do estado de Mato Grosso” para o ano de 2013 divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 


De acordo com o IBGE, a intenção é que o mapa auxilie no processo de gestão dos temas ligados ao meio ambiente, além de servir de apoio para a avaliação de impactos ambientais e elaboração de zoneamentos ecológicos e econômicos e de processos de transformação. 
A carta geográfica mostra que atividade pecuária é expressiva e é baseada na criação de animais de grande porte e rebanho, cuja finalidade é o corte. 
“Esta atividade predomina no sul do estado, no nordeste, na região do rio Araguaia e no norte, entre as regiões de Alta Floresta e Nova Bandeirante”, informa. 
A região centro-norte, especialmente os municípios de Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde, apresenta uma maior concentração de áreas destinada à produção de grãos e fibras, segundo a carta geográfica. 
O mesmo ocorre no centro-sul, com destaque para Campo Verde e Primavera do Leste. 
“Esta atividade associa-se também a outras, como a pecuária de animais de grande porte, em segundo plano ou associada a outras atividades, dispersa por todas as regiões do estado”. 
O mapa traz ainda informações sobre extrativismo, mineração, unidades de conservação, terras indígenas e uso das águas. 
“A Baixada Cuiabana é classificada como uma região onde predomina a pecuária de grande porte”, destacou o gerente de Planejamento e Supervisão do IBGE em Mato Grosso, Pedro Nessi. 


Nessi observa ainda que a região nordeste, especialmente, municípios como Querência, São Felix e Bom Jesus, ocorre um avanço da agricultura em áreas tradicionais para a pecuária. 
“É uma região com bastante incremento da agricultura”, reforçou. 
A atividade extrativa vegetal, por exemplo, segundo o IBGE, domina no noroeste do estado e no norte, onde ocorre uma maior concentração de áreas florestais, com destaque para municípios como Aripuanã e União do Sul. 
“O grande número de unidades de conservação (de proteção integral e uso sustentável) e a concentração de terras indígenas contribuem para a preservação dessas áreas de cobertura vegetais”, aponta o documento. 


Conforme informações do órgão federal, o mapa é baseado na interpretação de imagens de satélite, conjugadas à análise de informações obtidas em trabalhos de campo, análises de tipologia agrícola e de documentação acessória disponível, estatísticas e textos. 
O mapeamento segue as orientações do Manual Técnico de Uso da Terra – 3ª edição. 
Ainda ontem, o IBGE apresentou o segundo volume do “Glossário dos termos genéricos dos nomes geográficos utilizados no mapeamento sistemático do Brasil”. 


Segundo o órgão federal, “os nomes geográficos são considerados um patrimônio, pois, através deles, pode-se identificar padrões de ocupação, identidade e diversidade linguística”. 
Outras informações podem ser obtidas no site www.ibge.gov.br. 


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