Alta Floresta (MT), 22 de novembro de 2017 - 08:41

Polícia

13/07/2017 15:38 Só Notícias/Herbert de Souza

Juíza mantém presos acusados de envolvimento em furtos a bancos e empresas em Sinop e Alta Floresta

A juíza da 1ª Vara Criminal, Rosângela Zacarkin, manteve presos os dois acusados (21 e 27 anos) de integrarem uma quadrilha envolvida em diversos furtos qualificados de instituições bancárias e estabelecimentos comerciais, nos municípios de Sinop e Alta Floresta. A defesa alegou “ausência de requisitos ensejadores da prisão preventiva” e justificou que “os acusados são primários, possuem endereço fixo e trabalho lícito”. Para a magistrada, no entanto, os argumentos não devem ser aceitos. “O modus operandi do delito, perpetrado mediante grave ameaça exercida com o emprego de uma arma de fogo tipo pistola e mediante rompimento de obstáculo, evidencia a periculosidade dos acusados e a ousadia, bem como a imprescindibilidade da manutenção de suas prisões preventivas com o fito de se resguardar a ordem pública”, ressaltou a juíza. Os dois acusados foram presos após uma ação integrada entre a Polícia Judiciária Civil (PJC) e a Polícia Federal (PF) no dia 21 de março deste ano. Conforme a assessoria da Polícia Civil divulgou, na época, os réus foram flagrados quando tentavam furtar pela segunda vez uma loja de ferramentas, em Sinop. “Eles tentavam novamente subtrair uma máquina do tipo moto lixadeira, utilizada para cortar estruturas de aço, como cofres”. Conforme divulgado pela polícia, os dois suspeitos confessaram três furtos em Alta Floresta, sendo um ao banco Bradesco, de onde levaram R$ 90 mil, o furto de 12 armas de fogo de uma loja e um comércio de ferramentas. De acordo com as investigações, o dinheiro do furto da agência bancária foi dividido entre os membros da quadrilha, cerca de nove pessoas, e 11 armas foram apreendidas pela Polícia Militar, dentro de um veículo, conforme confessou um dos presos. Em Sinop, a dupla confessou o furto de R$ 200 mil de uma cooperativa de crédito, localizada na avenida dos Jacarandás, no final de 2016, e também outro que planejavam cometer na mesma semana em que foram presos. O alvo seria uma joalheria. Com os presos, os policiais apreenderam uma pistola 380 e diversas ferramentas usadas nos arrombamentos, como furadeiras, lixadeiras, discos, entre outros materiais utilizados em furtos com arrombamentos. Em entrevista, um deles confessou o uso de alicates para desativar o alarme e discos de corte para abrir o cofre, informando que chegava a gastar de 30 a 40 discos para arrombar a estrutura de aço. A pistola apreendida pertence o lote de 12 armas furtadas em Alta Floresta. Participaram da ação policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos, Grupo Armado de Resposta Rápida (Garra), e a Delegacia Regional, sob a coordenação do delegado, Sérgio Ribeiro.


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