Alta Floresta (MT), 22 de junho de 2018 - 06:52

Polícia

06/03/2018 07:51 Repórter MT

Juíza nega que médica saia do presídio feminino para 'trabalhar' no Corpo de Bombeiros

A juíza Daiane Marilyn Vaz negou que a médica e presidiária Yana Fois Coelho Alvarenga prestasse serviços para o Corpo de Bombeiros. Ela é apontada como mentora do assassinato do prefeito de Colniza Esvandir Antônio Mendes, em dezembro de 2017.

Conforme a defesa de Yana, os conhecimentos da médica poderiam ser utilizados na prestação de serviços na unidade militar. Ela está presa na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A intenção da defesa com a proposta, seria conseguir a transferência da detenta para o Batalhão do Corpo de Bombeiros, que já foi utilizado como sala de Estado maior, no caso da prisão do ex-governador Silval Barbosa.

Ao negar o pedido da defesa, a juíza salientou que os serviços da médica podem ser prestados na própria unida prisional feminina.

“Quanto ao pedido para auxiliar na enfermaria do Corpo de Bombeiros, entendo que os conhecimentos da ré podem ser melhor aproveitados na própria unidade onde se encontra. Por tal razão, indefiro o pedido”, diz a magistrada na decisão.

Na mesma decisão, datada da última quarta-feira (28), a magistrada ordenou que fosse realizada uma revista na cela da médica. A ordem partiu após o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE) denunciar que Yana estava utilizando seu perfil do Instagram, mesmo estando presa.

Na tarde de terça-feira (27), mesmo dia da denúncia do MP, agentes prisionais localizaram o celular na cela da médica.

Rompimento de contrato

Durante as investigações,  foi comprovado que o prefeito Evandir foi morto após encerrar o contrato de prestação de serviço de uma clínica da médica junto à Prefeitura. De acordo com o MP, há indícios de que os fatos estejam relacionados. As informações constavam no documento de abertura de processo investigativo, assinado pelo procurador Willian Aguido Ogama, no dia 8 de janeiro.

O mesmo promotor solicitou a transferência da médica de unidade prisional, logo após a denúncia de que ela estava tendo livre acesso às redes sociais na cadeia.

A médica Yana Fois foi presa após depoimentos em que foi apontada como mentora da execução. Envolvidos no assassinato revelaram que ela conhecia os assassinos e mandou o marido os contratar no Estado de Goiás, além de ter dado todo suporte para a execução do crime em Mato Grosso.


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